Nefertum

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Horus.jpg

Este artigo é egípcio! Ele foi escrito num pergaminho sagrado e seu escriba é um sacerdote mumificado.

Não profane este artigo, ou a maldição do Faraó irá cair sobre você!


Cquote1.png Você quis dizer: Deus-flor? Cquote2.png
Google sobre Nefertum
Cquote1.png Experimente também: Gay Cquote2.png
Sugestão do Google para Nefertum
Cquote1.png Por Rá! Que vergonha! Cquote2.png
Ptah sobre Nefertum
Cquote1.png Toma jeito de homem, moleque! Cquote2.png
Sekhmet sobre Nefertum
Cquote1.png AAAAAAAAAII... Cquote2.png
Nefertum sobre seus momentos bons...

Classificação[editar]

A família divina: O mumificado Ptah, a pinguça Sekhmet e o viadinho Nefertum. Isso que é família.

Nefertum, por mais que possa passar a ideia de ter o nome de uma divindade do sexo feminino, trata-se de um Deus Egípcio do sexo masculino (WTF?), pelo menos biologicamente falando. Seu nome significa umas trocentas coisas, só que nenhuma ligada a nada muito masculinizado, como: Lótus (nome de uma flor muito gay do Egito e que as mulheres a-do-ram), Perfeição Absoluta (narcisismo é com ele mesmo), Atum, o mara! (como diria o Seu Ladir) e Afrodite de Peixes (por ele gostar de florzinhas e afins campestres).

É filho de Sekhmet, a deusa com cabeça de leoa e que adora destruir a humanidade quando toma umas pingas, e de Ptah, o deus mumificado e senhor da Arquitetura. Algumas lendas ainda falam que Nefertum é filho de Bastet, a deusa com cabeça de gato e parente da Mulher Gato, tendo ele surgido durante uma das puladas de cerca algum engano de Ptah com Bastet, pensando este que a deusa fosse a sua mulher Sekhmet, indo para a cama com ela (que nem reclamou disso) e tendo o pobre Nefertum acidentalmente, mesmo que isso seja a desculpa mais esfarrapada de todas para pegar a gostosa.

Nefertum pego no flagra cometendo mais uma das suas homossexualidades (sem falar que ele ainda está usando um vestido colado).

Ele nasceu de dentro de um botão de Lótus (ui!), pois Sekhmet em nenhum momento queria ficar grávida e ter de fazer uma lipo após ter a criança, preferido inseminar uma flor do que o seu útero, já que conseguir uma barriga tanquinho não é para qualquer uma. Após o nascimento de Nefertum da florzinha, isso acabou sendo associado com as mulheres no futuro, ou você nunca ouviu falar que as mulheres nascem de uma flor e os homem de um pé de repolho? Por causa disso, não há provas mais cabais de que Nefertum tenha sido a primeira divindade 100% fruta da Mitologia Egípcia, já que nem quando cresceu teve filhos catalogados no Panteão, diferentemente dos outros deuses realmente machos.

Características divinas[editar]

O berço de Nefertum, isso porque a sua mãe não quis lhe dar um útero mais masculinizado.

Sendo um dos deuses mais antigos do Panteão, Nefertum geralmente é associado ao deus Atum, sendo ele a representação de Atum quando ainda é um peixe uma criança mimada e sem sua sexualidade aflorada.

De acordo com as fofocas que rolavam nos pergaminhos mais antigos, assim que nasceu Nefertum teria chorado pra caramba, sendo que o seu chororô acabou dando origem a toda a humanidade (WTF? Será que ele chorou?). Ele está associado diretamente à beleza e aos perfumes, tal qual um gay francês também está, mas isso são detalhes.

Em algumas cidades do Antigo Egito, ele formava uma tríade celeste com sua mãe e seu pai, Ptah e Sekhmet, sendo que isso acabou indo para as cucuias com o aparecimento de Imhotep, que era mais macho e mais aceito por Ptah e Sekhmet para ficar entre eles. Nefertum era representado como um jovem que tinha uma flor de Lótus na cabeça, tal qual uma alegoria de destaque de escola de samba.

Também tinha a representação de um homem com cabeça de leão ou mesmo um leão inteiro, mas isso não por sua masculinidade, mas somente por ser filho de Sekhmet, que tinha cabeça de leoa. Quando não era um jovem, também poderia adquirir a forma de um lolicon com a bendita flor de Lótus no cocoruto.

Ver também[editar]