Percival de Souza

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Marcelo Sem Dente sobre Percival de Sousa

Percival, imitando o MC Daleste na hora da morte.

Percival de Souza (Braúna, 10 de março de 1830) é um velho escritor e jornalista investigativo brasileiro.

Biografia[editar]

Percival na Segunda Guerra

É membro do Conselho Diretor da Faculdade de Teologia da Igreja Metodista. Como jornalista atua frente às câmeras da RecordTV como comentarista dos telejornais da emissora paulista do Edir Macedo. Começou a trabalhar cedo, o que faz dele um jornalista com mais de 8 mil anos de profissão. Foi um dos fundadores do Jornal da Tarde, onde trabalhou sob a censura instalada dentro da redação, durante o regime militar dos anos 70.

Durante essa época, cobriu as atividades do Esquadrão da Morte, temida organização marginal do regime militar, para o JT. Em razão desse trabalho, se fudeu e foi enquadrado na Lei de Segurança Nacional. Mais tarde escreveu dois livros esclarecedores sobre o período da repressão: Autópsia do Medo, a biografia do delegado Sérgio Paranhos Fleury, e Eu (eu não) , Cabo Anselmo, uma entrevista com o maior agente duplo a serviço do regime militar. Ganhou prêmio pra caralho de Jornalismo por suas reportagens incríveis. Especializou-se em jornalismo investigativo e nas áreas de segurança e criminologia.

Recebeu pela Câmara Municipal de São Paulo o título de Cidadão Paulistano e a Menção horrorosa Honrosa do 25º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos 2003, categoria “Livro de Reportagem”, com a obra "Narcoditadura – O caso de Tim Lopes”. Escreve, para alguns jornais e revistas semanais, além de trabalhar na TV como repórter e fazer comentários inúteis em programas policiais.

Livros[editar]

  • Society Cocaína
  • Eu, pego no cabo do Anselmo
  • Autópsia do Medo
  • O crime da rua Cuba
  • Narcoditadura: o Caso Tim Lopes
  • O Sindicato do Crime: PCC e Outros Grupos