Pyongyang

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Google sobre Pyongyang

Cquote1.png Vamos lançar um míssel no oceano parea nada! Cquote2.png
lema pyongyangense

Pyongyang (Coreano: Pindamonhongaba) é a capital, principal e mais antiga cidade da Coreia do Norte, além de ser um feudo particular da família Kim Jong Il.

História[editar]

A pirâmide onde o faraó Kim Jong Il foi sepulcrado.

De acordo com a lenda Pyongyang foi fundada em 1122 a.C. por um grupo de orcs refugiados do domínio élfico na Europa, a cidade é portanto a mais antiga da península da Coreia. O nome da cidade foi adotado em alusão ao esporte que é mania nacional, o ping pong.

Sempre foi uma cidade reservada e tradicional, por isso nunca foi de aparecer nos noticiários. No século I a.C. foi tomado pela China que ficou plantando arroz ali por 400 anos.

Os coreanos conseguiram fundar sua própria nação, atravessaram séculos através de dezenas de centenas de dinastias coreanas que ninguém se importa.

No século XX foi a vez dos japoneses invadirem ali. Tanto vizinho fazendo merda deixou a cabeça dos norte-coreanos meio bolada, e durante a Guerra Fria decide se tornar socialista, e portanto na cidade não existe nada dessa baboseira capitalista como dinheiro, individualismo (liberdade de expressão) e infra-estrutura. Há apenas força de trabalho na roça.

Economia[editar]

Pyongyang destaca-se por sua economia baseada no socialismo planificado onde o desemprego é zero, e o povo que trabalha na roça é um grande exportador de batatas fritas. Um detalhe curioso sobre a economia da cidade é que não há pão para grande parte da população apesar de haver urânio para bombas nucleares. O urânio é obtido a partir de transmutações realizadas com seres humanos que na ausência de pão, se transformam em pedras filosofais.

População[editar]

Cidade de 3,2 milhões de habitantes, onde 99% são norte-coreanos (uma espécie rara de chineses gordinhos). Os demais 1% são turistas que erraram o endereço da Coreia do Sul e foram nacionalizados e agora estão impedidos de sair da Coreia do Norte.

Turismo[editar]

As noites em Pyongyang os turistas experimentam uma sensação única de estar num completo breu na inexistência total de luzes e lâmpadas. A única saída é ficar no hotel à luz de velas.

  • Ryugyŏng Hotel - Considerado o maior hotel fantasma do mundo, a sua obra foi interrompida quando o governo norte-coreano nacionalizou sua construção com o objetivo de transformar o prédio numa pirâmide (mausoléu de Kim Jong Il). Foi concluído pelo governo de bolsos furados em 2011 pela generosidade da Orascom Group, empresa de construções egípicia, e assim Kim pode morrer em paz.
  • Torre Juche - Uma torre enorme que desviou dinheiro da educação para a construção dessa porra. Reza a lenda que foi sob ordens de Kim Jong Il a fim de mostrar ao mundo que o "socialismo" juche é monumental e que pênis de norte-coreano não é como o de japonês.
  • Monumento do Partido dos Trabalhadores da Coreia - Uma praça cheia daqueles monumentos socialistas fodásticos e enormes (alguns, tem mais de 10 metros de altura) para tentar em vão elevar a moral do povo norte-coreano. Ele só não é pixado e vandalizado porque as pessoas não pensam, na Coreia do Norte, o Partido pensa por você, resumindo: A população não tem visão própria de vida e alienados por completo, voluntariamente apoiam tudo o que veem.