Serket

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Este artigo é egípcio! Ele foi escrito num pergaminho sagrado e seu escriba é um sacerdote mumificado.

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Escorpião Rei sobre Serket

Classificação[editar]

Serket, a deusa escorpião pegando um solzinho da manhã.

Serket era uma deusa existente na empoeirada Mitologia Egípcia, sendo que ela era venerada no tempo em que todas as divindades egípcias já estavam quase em desuso, pulando para o Cristianismo ou outra religião monoteísta daquelas bandas, haja visto que as informações sobre tal deusa são mais escassas do que pão na mesa de algum pobre.

Se ela fosse uma deusa surgida no alto tempo dos Faraós, provavelmente ele sempre seria lembrada por qualquer um, assim como , Anúbis, Hórus e muitos outros deuses bem louvados nesses tempos mumificados. Era conhecida como a Deusa Escorpião,ou Deusa do Amor pois além de ser mulher ainda era tão venenosa quanto uma sogra.

Sua principal tarefa nesses tempos era a de curar as pessoas de picadas desse malígno aracnídeo fedorento ou mesmo de facilitar a respiração dos recém-nascidos,que,eram minusculos,mas tão minusculos que um escorpião podia transar com ele haja vista que seu nome remete ao fato de respirar bem.

Escorpião Rei dando uns pegas numa puta paga em uma festinha em devoção à Serket.

Porém, em seu primórdio, sempre foi vista como uma deusa cruel e impiedosa, casado com um dos filhos de Hórus e protetora de um dos portões do Submundo. Junto com Ísis e Néftis, guardava as víceras de algum defunto que os colocou naqueles jarros que tinham forma de bichos para depois comer que nem os youmas de Claymore.

Seu papel ficou mais conhecido com o tempo (mas nem tanto assim) depois que o fodão Escorpião Rei começou a prestar homenagens para ela, além de fazer um filme em sua homenagem (ou não).

Características divinas[editar]

Serket com o farol aceso seu bendito escorpião na cabeça, pronto para atacar.

Filha de , os cultos para Serket eram mais realizados no Baixo Egito, que sabe lá Deus onde é que ficava isso, já que um templo para tal deusa não sobreviveu até os dias de hoje, devido ao vandalismo que sofreu com o tempo por meio de ladrões de templos e coisas afins.

Sua imagem mais conhecida (ou pelo menos a mais desenhada naquelas pinturas de perfil dos deuses feitas nas paredes das pirâmides) era o de uma mulher com um escorpião na cabeça, sendo que esse escorpião sempre estava com o rabo em pé (ui!). Tal imagem da deusa era para apresentar que ela não era como toda e qualquer mulher, fresca, ficando perto dessas criaturas horrendas sem se preocupar em receber uma picadura.

Outra forma que ela também aparecia (só que mais raramente) era o de um escorpião com cabeça de mulher, a coisa mais bizarra imposível. Por essa sua forma ser a mais escrota de todas, não era à toa que Serket nunca gostava de ser representada assim, preferindo muito mais a sua primeira iconografia do que a esta segunda (é claro, já que essa era realmente horrível, mas enfim).

Ver também[editar]