The Legend of Zelda: Spirit Tracks

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Virtualgame.jpg The Legend of Zelda: Spirit Tracks é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, alguém dropou uma Blood Essence.


The Legend of Zelda: Thomas & Friends
The Legend of Zelda Spirit Tracks cover.png

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Não-intendo
Publicador Não-intendo
Ano 2009
Gênero simulador de Full Metal Alchemist
Plataformas Não-Entendo DS
Avaliação 0/10
Idade para jogar Livre

The Legend of Zelda: Spirit Tracks é um caricaturado jogo de videogame da aclamada série The Legend of Zelda do gênero como destruir um clássico aclamado com jogos merdas um atrás do outro, lançado em 2009 para Nintendo DS, às pressas (por isso os gráficos roubados de Animal Crossing 1), antes que inventassem o Nintendo 3DS e tivessem que se esforçar pra incluir um 3D nessa tosqueira de jogo.

Desenvolvimento[editar]

Não satisfeitos com o estrago irreversível causado na franquia após os lançamentos de Wind Waker e Phantom Hourglass, o incansável produtor Eiji Aonuma tinha ainda inspiração para muito mais modos criativos sobre como arruinar com a quarta franquia mais querida da Nintendo, então sugeriu que o jogo se passasse 100 anos no futuro numa época em que máquinas a vapor tivessem sido inventadas. Zelda steampunk? Nem pensar, seria maneiro demais se fosse isso. A ideia genial foi unir gráficos emos de Wind Waker com a temática do Thomas e Seus Amigos, de modo a resultar num jogo ideal para crianças de 7 a 13 anos de idade.

Durante a produção do jogo, percebeu-se que a baixíssima velocidade do trem (afinal é um jogo para crianças, e segurança em primeiro lugar) combinado com as longas distâncias entre os destinos, tornavam o jogo penosamente entediante quando viajavam entre os lugares, mais entediante que navegar em Wind Waker. Mas para evitar esse tédio foi criado o Trem dos Demônios, espécies de trens malignos que são adicionados no caminho para assustar as pessoas e roubar sua carga, havendo assim sempre algo para se fazer durante as viagens.

Jogabilidade[editar]

Uma screenshoot desse jogo pra criança pra já te fazer desistir de adquirir essa porcaria.

Numa sina desesperada de obrigatoriamente precisarem inovar a cada jogo novo de Zelda, dessa vez a jogabilidade de Spirit Tracks é totalmente focada no uso daquela canetinha horrível no Ninendo DS que não usamos para quase nada, que para este jogo é constantemente demandada para solucionar puzzles os quais precisamos ficar rabiscando a tela sensível ao toque e assim dar os comandos corretos para Link, isso se o comando não bugar e Link fizer algo completamente oposto do ordenado. Fora isso, ficamos rodando por pilotando um trem de motor a vapor. É sério isso? Zelda de trem?

A tela superior é normalmente usada para exibir um mapa que é tão genérico que nem precisava estar ali, cuja tela sensível ao toque serve também para fazer anotações, ou simplesmente vandalizá-la com um monte de desenhos de pênis.

Algumas funções, aliás, estão ali meramente para fazer o jogador parecer um retardado, como um item chamado "ventilador", que por ausência de tomadas (afinal estão na época dos trens, não da energia elétrica) precisa que o jogador fique assoprando o videogame para fazer suas hélices girarem.

Mas entre as novidades mais apreciadas estão a possibilidade do jogador poder fazer Link molestar a princesa Zelda o quanto quiser, batendo nela com qualquer arma selecionada na tela superior. Aliás, a Zelda agora faz parte da aventura e está em sua forma de espírito, pode se embutir em armaduras rosas do Shovel Knight e provar que não é só mais uma princesinha em apuros e que tem todo um girl power.

E há ainda todo um modo multiplayer, um gêmeo ilegítimo de um feto abortado conhecido como Four Swords DS. Os desenvolvedores pegaram o resquício do jogo abortado, entraram no modo multiplayer e aproveitaram tudo, e como eles eram preguiçosos no design, apenas pegaram todos os sprites emprestados de Phantom Hourglass e trocaram os itens por peças de trem ou coias do tipo. Esse The Four Swords DS seria mais tarde reciclado em um jogo completo e a parte para download para celebrar o 30º aniversário da série Zelda.

Enredo[editar]

O jogo começa como todo jogo de Zelda deveria começar, com a princesa Zelda levando Link para uma trepada às escondidas em seu quarto. Mas para evitar que Link finalmente se desse bem, uma dupla de bandidos viados aparece pra empatar a foda, são eles Coal e Burn, que sequestram Zelda (pra variar) e deixam Link sem conseguir perder seu cabaço. O problema é que dessa vez, levaram o corpo da Zelda mas não seu espírito, e o fantasminha d aprincesa fica com Link. Como não dá para transar com fantasmas, os dois precisam começar uma grande jornada para recuperar o corpo perdido de Zelda, antes que ele seja sodomizado demais por vilões tarados e seja tarde demais.

Desse modo, Link e Zelda, que agora é um fantasma, precisam restaurar todo o sistema ferroviário de trens do Brasil porque a CPTM é incompetente e não sabe administrar nada, tudo isso enquanto evitam quaisquer acidentes de trem enquanto Link deve partir numa cruzada de extermínio de vilões conhecidos como "encoxadores". Isso depois de Link receber uma flauta que toca qualquer música e chegar na Torre dos Espíritos, onde encontraram um trem chamado Thomas, que se torna o transporte de Link em sua nova aventura.

Link deve restaurar os trilhos de 6 bairros distantes da capital de Tuvalu, local do jogo, o Acre Realm, o Fernando de Noronha Realm, o Russian Realm, o Cuiabá Realm, o Juazeiro do Norte Realm, e o Gothic Realm. Link e Zelda ainda encontram o neto de Micheal Jackson, Michael Jackson III quando eles restauraram todo o poder da Torre dos Espíritos e restauram todos os destroços do trem mágico de Zelda, eles recebem as flechas de luz, a única arma capaz de destruir Mallard, o grande vilão da porra do jogo.

Apesar do nome, Mallard não é nenhum pato selvagem, mas sim um antigo ex-namorado de Zelda que não é corno manso e se vê revoltado com a putice de sua ex, decidindo sequestrar seu corpo para sodomizá-la. Descobrimos ainda que na verdade ele é um Pokémon renegado, e que ainda está esperando ser aceito na próxima geração, e por isso ele é ainda mais revoltado e estressado. Nada que Link não possa assassinar a sangue frio e trazer de volta paz à Hyrule.

Recepção[editar]

O jogo, sem sombra de dúvidas, foi altamente odiado. Sério, um trem? Os fãs de Zelda em todo o mundo não gostaram muito da Nintendo estar estuprando sua franquia favorita com um trem e outras coisas retardadas, como gráficos cuti-cuti e preguiçosos para emos. O resultado de tanta desaprovação é que apenas na primeira semana de vendas, 291.496 cópias do jogo foram enterradas no mesmo aterro onde E.T. e Superman 64 estão localizados. E não procure por esse lugar.