Zelda's Adventure

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Virtualgame.jpg Zelda's Adventure é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, um Gigante de gelo mata um ulfsark.


Zelda que você joga com a Zelda mesmo
Zelda Adventure.png

Capa do jogo, comd estaque para a janela do quarto da Zelda, onde rola toda a putaria sempre

Informações
Desenvolvedor Virgem Corporation
Publicador Philips Interactive Media
Ano 1994
Gênero Zelda leproso
Plataformas Videogame que ninguém teve
Avaliação Indefinido
Idade para jogar Indefinido

Cquote1.png Woah! Bad graphics Cquote2.png
Garoto da propaganda Woah nice graphics sobre Zelda's Adventure

Zelda's Adventure foi uma tentativa absolutamente fracassada de inovar a série The Legend of Zelda, misturando gráficos de Tibia com feminismo. Uma porcaria de tão baixa qualidade como essa jamais seria produzida pela Nintendo, mas sim por alguns estagiários que levaram a sério seu projeto e lançaram essa porcaria como se fosse um jogo sério mesmo, apesar dos atos níveis de cafonice ali encontradas. Visivelmente essa porra era algum outro jogo (para fins ilustrativos, vamos supor que seria um jogo chamado "Little Bitch's Adventures"), mas que a Philips, fabricante daquela cópia do Polystation (o Philips CD-i) percebeu que deveria dar um título mais apelativo para o seu jogo exclusivo, então compraram os direitos de chamar o game de "Zelda's Adventure", mesmo que não parecesse em porra nenhuma com nenhuma The Legend of Zelda.

Porém, o que definitivamente chama mais a tenção nesse jogo, são as maravilhosas cutscenes, todas completamente gravadas em live action, onde os atores destacam-se por sua completa ausência de vergonha alheia, mesmo trajados da maneira mais cafona imaginável, atuam em cenas grotescamente mal produzidas, uma espécie de arte invertida, que acaba chamando muito atenção.

Desenvolvimento[editar]

Pricnesa Zelda sendo encoleirada por um mestre BDSM, em cutscene live action.

No início da década de 90 a Nintendo estava prestes a falir, o que forçou a empresa abrir mão de suas principais franquias numa tentativa desesperadas de fazer dinheiro de qualquer jeito. Foi então feito um acordo com a Philips para a fabricação do PolyStation de CD, uma tecnologia de ponta para a época, plataforma que apenas carecia de jogos mesmo. O problema é que parece que os únicos que conseguiam desenvolver jogos para o PolyStation de CD eram pessoas que sofreram aneurisma cerebral e ficaram dementes, porque só faziam jogos merda, já não bastaram ter criado Link: The Memes of Evil e Zelda: The Worst of Gamelon, ambos jogos descaradamente feitos no Paint, insistiram na criação de um terceiro, dessa vez pelo menos não feito no Paint, mas ainda assim igualmente tosco.

Para se ter ideia da alta irresponsabilidade e inépcia dos produtores, quando os desenvolvedores da Virgem Corporation puseram as mãos nos direitos do Zelda para fazerem o seu jogo, e descobriram que a Zelda era a princesa e não duende, simplesmente decidiram colocar a Princesa Zelda como protagonista e personagem jogável para ir resgatar o Link.

Obviamente, tal jogo foi completamente excluído da cronologia da série, sendo aceito pelos fãs apenas como uma leve piada de mal gosto.

Jogabilidade[editar]

Neste maravilhoso jogo controlamos a Zelda, que não é o gnomo, mas a Zelda mesmo, de modo que pela primeira vez o jogador pode apreciar um jogo de Zelda pela perspectiva da própria princesa vadia. Ao invés de termos uma espada, usamos um consolo mágico (wand) cujas magias consomem dinheiro, porque a tecnologia da época funcionava assim, alimentando ferozmente o capitalismo selvagem, mas o que explica porque mesmo sendo uma princesa, Zelda está sempre na pindaíba, já que pra usar seu consolo todas as noites precisa gastar fortunas para fazê-lo funcionar.

Munida com esse consolo mágico, Zelda deve sair por aí sodomizando todo tipo de inimigo, extorquindo o seu dinheiro para conseguir utilizar seu consolo mágico ainda mais para torturar sexualmente ainda mais inimigos, e assim manter esse ciclo vicioso.

Enredo[editar]

Perigos constantes, ser estuprada por tentáculos, claro que é um perigo que a Zelda passaria numa aventura em que ela protagoniza.

Como o jogo foi feito por feministas, há várias inserções de inclusão social ao longo do jogo, especialmente inclusão homossexual, o que explica porque Ganon dessa vez decidiu raptar Link e ambos se trancarem num quarto escuro, fazendo sabe-se lá o que.

O jogo se passa no reino de Toletão, localizado ao sul de Hyrule, onde a princesa Zelda, por falta de guardas competentes, precisa ela própria partir numa aventura, a mando de um velho pervertido chamado Gaspra que deseja criar o filme da Brasileirinhas mais épico de todos os tempos, reunindo Gretchen e Rita Cadilac numa suruba gigantesca, e assim ele incumbe a princesa Zelda de ir reunir 7 pedaços de pizza de pedra (as Celestial Sign) para assim abrir os portões da suruba suprema, tudo enquanto Zelda é guiada por um tarado chamado Shurmak.

Uma vez reunidos as peças, Zelda ainda precisa enfrentar uma versão gay de Gannon, que se recusa a participar da suruba porque só quer saber de bundas de gnomos agora (sexo gay), mas caso ele tome muitos golpes do consolo mágico da Zelda, acaba mudando de ideia, e o jogo termina com esse final feliz, e o filme da Brasileirinhas consegue ser rodado.